O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nessa quinta-feira (28) manter em prisão o ex-jogador Robinho, condenado na Itália a nove anos de reclusão por estupro coletivo. A decisão confirma o entendimento do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que havia autorizado a execução da pena em território brasileiro. O crime ocorreu em 2013, quando o atleta, então no Milan, participou do abuso em uma boate italiana.
A defesa de Robinho tentou reverter a determinação e impedir o cumprimento da sentença no Brasil, mas o plenário do Supremo formou maioria pela manutenção da prisão.
Votaram a favor os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin. Apenas Gilmar Mendes divergiu. O julgamento ocorre em plenário virtual, iniciado em 22 de agosto, e está previsto para encerrar nesta sexta-feira (29).
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Preso desde março de 2024, o ex-jogador cumpre pena na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo, conhecida como “presídio dos famosos”. O caso de Robinho ganhou repercussão internacional e continua sendo acompanhado de perto pela opinião pública, tamanha a fama do jogador, que teve passagem importante pela Seleção Brasileira.