Durante a condução policial após o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), a influenciadora digital Deolane Bezerra se manifestou de forma breve ao ser interpelada pela equipe de reportagem. O episódio ocorreu no trajeto de retorno para a sede da Polícia Civil, na capital paulista.
Ao ser questionada pela repórter Juliana Tourinho sobre as acusações e se se declarava inocente, a advogada rebateu de forma irônica. A investigada declarou que estava sendo presa por “trabalhar” e por “advogar”, fazendo menção direta à sua atuação profissional na área jurídica, além do trabalho que já desempenha habitualmente nos meios digitais.
A declaração repercutiu no telejornal Central de Notícias (SBT News), onde a apresentadora Amanda Klein contestou o argumento utilizado pela influenciadora. A jornalista enfatizou que os motivos da detenção envolvem suspeitas complexas, pontuando que a justificativa apresentada pela investigada diverge da realidade processual. “Nós sabemos que não é isso. Pesam evidências e pesam acusações gravíssimas e seríssimas contra Deolane Bezerra“, afirmou a âncora na edição de quinta-feira (21).
A jornalista também contextualizou o histórico da apuração que culminou na operação policial, ressaltando que esta não constitui a primeira apuração envolvendo o nome da influenciadora. De acordo com as informações detalhadas no telejornal, os primeiros bilhetes com menções suspeitas foram apreendidos por agentes de segurança pública em um presídio de segurança máxima.
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Os documentos em questão foram recuperados no sistema de esgoto daquela unidade penitenciária, onde detentos tentavam restabelecer canais de comunicação interna. Foi a partir da análise dessas mensagens interceptadas que os investigadores identificaram uma empresa transportadora localizada nas proximidades do presídio.
A polícia aponta que o estabelecimento comercial funcionava como fachada para o branqueamento de capitais — termo técnico utilizado para o crime de lavagem de dinheiro. As investigações indicam que Deolane Bezerra constava nos relatórios como suposto braço financeiro da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sob a suspeita de misturar recursos obtidos com as atividades de publicidade na internet aos valores gerados por práticas ilícitas.
Assista ao vídeo:
Cortes tramontina! 🔪 No #CentralDeNotícias do #SBTNews a apresentadora Amanda Klein rebateu a fala de Deolane sobre a prisão: "Fui presa por Trabalhar".
— Toninho AD (@toninho_ad) May 22, 2026
Amanda: Nós sabemos que não é isso! Pesam evidências e acusações gravíssimas e seríssimas. E não é aprimeira vez que ela é… pic.twitter.com/B38WdqlX6x
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