A relação entre o cantor Latino e seu filho, Guilherme Namentti, ganhou grande repercussão pública após uma série de declarações polêmicas divulgadas nas redes sociais. Conforme o relato do rapaz em vídeo publicado na quinta-feira (17), a situação escalou depois que o artista acionou as autoridades policiais durante um momento de vulnerabilidade pessoal do filho.
“Esse cara chamou a polícia para mim porque eu tive uma recaída. Bebi, sim, caí e tô todo machucado. Mas família é isso?”, disparou Namentti, ao detalhar o episódio que resultou em sua decisão de deixar o Rio de Janeiro.
O jovem seguiu o desabafo fazendo acusações severas contra o músico, mencionando inclusive a ex-esposa do artista, Raffa Rarbbie, que anteriormente alegou ter sofrido agressões por parte do cantor.
“Cansei de salvar esse cara. Minha ex-madrasta teve um livramento de sair da vida desse cara. Tenho o contato de dez amantes do meu pai. Dez. Isso é ser homem ou ser um sem-vergonha?”, questionou o rapaz.
Além disso, o filho do intérprete relatou que sofreu tentativas de expulsão de sua residência e que teve suas chaves confiscadas pelo pai. “Quer me expulsar daqui, tirou minha chave… vou expor: você é um safado, você é um sem-vergonha. Hoje eu dou valor aos meus pais adotivos”, acrescentou Namentti.
As acusações ganharam ainda mais gravidade quando o jovem mencionou relacionamentos passados do cantor, citando nominalmente a cantora Kelly Key. “A Kelly Key ele pegou ela com 14 anos”, disparou o rapaz ao alegar que o pai teria se envolvido com menores de idade. Diante da repercussão da chegada da polícia ao local, Namentti pontuou que o socorro inicial veio dos vizinhos da região.
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“Eu passei mal. Os vizinhos que me resgataram. Sei que errei. Sabe o que meu pai falou? Chama a polícia para ele e me trancou. Então tenho que ser morador de rua? Não sou santo não, tá, gente? Mas quero que fique aqui registrado que meu pai é um sem-vergonha”, concluiu.
Por fim, o jovem comparou sua trajetória à de outros filhos de famosos, afirmando que trabalha desde a adolescência: “Não sou Fiuk e nem Fábio Júnior. Tenho minha carteira registrada desde os 14 anos”.
Assista ao vídeo:
