O Profissão Repórter (TV Globo) desta terça-feira (21) mergulha nas realidades emocionais e sociais da maternidade atípica no Brasil. Comandado por Caco Barcellos, o programa apresenta histórias de mulheres que enfrentam jornadas exaustivas para cuidar de filhos com deficiências ou doenças raras, muitas vezes sem o apoio necessário. O episódio traz uma reflexão sobre a sobrecarga emocional e a luta por reconhecimento e acolhimento dessas mães que transformam a dor em força e solidariedade.
Entre os casos acompanhados pela equipe, está o de Leandra Ramos dos Santos, mãe solo de três crianças autistas que vive uma rotina marcada por noites em claro, falta de suporte e limitações no acesso ao atendimento psicológico pelo SUS.
Outro destaque é o grupo de apoio formado por “mães atípicas”, onde mulheres compartilham experiências e encontram amparo mútuo. O programa também mostra a trajetória de Priscila Sapateiro, que decidiu retomar seus sonhos ao abrir uma pequena loja após anos dedicados exclusivamente à família.
Na zona leste de São Paulo, o Profissão Repórter mostra um conjunto habitacional que abriga dezenas de mães de crianças com autismo, Síndrome de Down e outras deficiências.
A equipe também vai até Santos, no litoral paulista, para contar a história de Carol Almeida, ex-professora que vende donuts nos ônibus enquanto cuida do filho com paralisia cerebral.
Esses e outros destaques estão no Profissão Repórter desta terça-feira (21), que vai ao ar a partir de 23h35, logo após o Aberto ao Público.
